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Macau no Cinema . “Shanghai Surprise” – 2021.06.22
22-06-2021
A Fundação Rui Cunha apresenta na próxima terça-feira, dia 22 de Junho, às 18:30, o quarto de uma serie de nove filmes, sob o tema “Macau no Cinema”.

Para esta quarta sessão escolhemos “Shanghai Surprise”, um filme de 1986, realizado por Jim Goddard e produzido pelo ex-Beatle George Harrison.

Sean Penn é Glendon Wasey, um caçador de fortunas que procura um trajecto rápido para fora da China. Madonna é Gloria Tatlock, uma enfermeira missionária determinada que procura os poderes do ópio para curar os seus doentes. Ela quer ajudar os que sofrem. Ele quer o barco para voltar aos Estados Unidos. Assim, o destino leva-os a uma agitada, exótica e muito romântica busca pelas drogas roubadas. O problema é que o ópio é desejado por todos os contrabandistas e assassinos de Xangai.

“Shanghai Surprise” retrata, pois, uma aventura passada na Xangai do final dos anos 30, do século passado, aquando da ocupação japonesa. Macau foi o local escolhido por toda a equipa técnica para as gravações exteriores, tendo trazido ao território Sean Penn e Madonna, recém-casados, duas estrelas norte-americanas cujas personalidades, bastante extravagantes para a época, agitavam tudo à sua volta.

A sessão terá lugar na Galeria da Fundação Rui Cunha, sendo precedida de uma pequena apresentação a cargo de Filipa Guadalupe.

O filme é falado em inglês, com legendas em inglês, e 97 minutos de duração.

Não é aconselhável a menores de 18 anos e interdito a menores de 13 anos (Grupo C).

A entrada é livre, mas sujeita a limitação de capacidade, de acordo com as recomendações de saúde implementadas pelas autoridades locais.

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Apresentação do Livro “A Literatura Chinesa Antiga e Clássica” – 2021.06.16
16-06-2021
A Fundação Rui Cunha acolhe na próxima quarta-feira, dia 16 de Junho, pelas 18:30, a apresentação do livro “A Literatura Chinesa Antiga e Clássica”, uma obra de André Lévy, traduzida por Raul Pissarra e com a chancela da editora Livros do Meio.
A literatura chinesa mergulha fundo no tempo as suas origens.
Este livro parte dessa remota época e percorre um longo percurso até aos primeiros anos do século XX, momento em que se considera o advento da Modernidade.
Pelo caminho, encontramos alguns dos mais belos textos que a humanidade produziu, pela pena de escritores de excelência, reflexos de uma civilização complexa, de uma História acidentada e de uma cultura caracterizada pela sua profundidade e erudição.
Este livro de André Lévy proporciona-nos uma fundamental introdução a uma literatura, cuja influência é patente no Oriente, que urge ser descoberta e entendida pelos falantes de língua portuguesa.
A sessão será realizada em língua portuguesa e conta com a participação de Raul Pissarra, Yao Jingming e Carlos Morais José.
A entrada é livre, mas sujeita a limitação de capacidade, de acordo com as recomendações de saúde implementadas pelas autoridades locais.

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Literatura, Arte e Sociedade em Portugal: da Modernidade à Contemporaneidade - 2021.06.03
03-06-2021
A Fundação Rui Cunha adiou para amanhã, quinta-feira, dia 3 de Junho, pelas 18:30, a Apresentação do Livro “Literatura, Arte e Sociedade em Portugal: da Modernidade à Contemporaneidade”, uma obra da autoria de Ana Maria Saldanha, Professora Adjunta Convidada do Instituto Politécnico de Macau (IPM), com prefácio das Professoras Isabel Pires de Lima (Professora Emérita da Universidade do Porto) e Deane Costa (Professora da Universidade de Brasília).

“Literatura, Arte e Sociedade em Portugal: da Modernidade à Contemporaneidade”debruça-se sobre a literatura ficcional em prosa portuguesa do século XX, dando particular destaque à produção literária ficcionada, produzida durante os 48 anos de Ditadura (1926-1974), e àquela que foi produzida logo depois da Revolução de 25 de Abril de 1974.

Através de um trabalho analítico e reflexivo de âmbito socio-literário, a obra abarca, igualmente, reflexões que permitem estabelecer um diálogo entre a Literatura e outras manifestações artísticas, como a arte mural pós-revolucionária, o cinemaou a canção de intervenção, dedicando, ainda, um capítulo à literatura de autoras mulheres (nomeadamente no período que se segue à Revolução de Abril).

Livro inovador no panorama das publicações realizadas pelas instituições do Ensino Superior em Macau, esta obra debruça-se sobre temas e períodos estético-literários, cuja memória e tratamento são fundamentais para a compreensão do Portugal de hoje, tendo, por isso, como destinatários principais, estudantes do Ensino Superior.

A apresentação estará a cargo da Professora Isabel Pires de Lima e de Carlos Morais José.

A sessão é realizada em língua portuguesa, com entrada livre.

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Macau no Cinema . “Macao” (1952) – 2021.05.18
18-05-2021
A Fundação Rui Cunha apresentará, na próxima terça-feira, dia 18 de Maio, às 18h30, o terceiro de uma serie de nove filmes, sob a égide Macau no Cinema.

Para esta terceira sessão, escolhemos um clássico do cinema norte-americano Macao.

Realizado por Josef von Sternberg em 1952, Macao foi o penúltimo filme da carreira do realizador, transformando-se num símbolo do final da época de ouro da RKO Radio Pictures.

Com Robert Mitchum e Jane Russell nos papéis principais, a trama desenrola-se no exótico e agitado Macau, onde Halloran (proprietário de um casino ilegal), em conluio com o Tenente Sebastian, um polícia local, controla o jogo, tráfico de joias e demais operações criminosas.

Acresce a isto, o facto de vigorar uma lei que impede as autoridades internacionais de intervirem nos assuntos de Macau, pelo que Halloran continua, completamente, impune no Território.

Após o homicídio do último agente americano que o tentou apanhar, a polícia de Nova Iorque envia um substituto.

No barco de Hong Kong para Macau em que viaja, seguem também Julie Benton, uma bela e sedutora cantora, Nick Cochran, um aventureiro em apuros com a lei, e Lawrence Trumble, um homem de negócios.

Halloran e Sebastian ao julgarem que Nick é polícia começam a persegui-lo. Julie é contratada por Halloran para cantar no seu casino, mas ela e Nick apaixonam-se.

A partir daí, tem início todo um itinerário de violência, traição e perseguição sem fim.

A sessão terá lugar na Fundação Rui Cunha, Terça-feira, dia 18 de Maio, às 18h30, sendo precedida de uma pequena apresentação a cargo de Maxim Bessmertny, realizador, argumentista e produtor.

A Entrada é livre mas sujeita a limitação de lugares.

Este filme é falado em inglês, com legendas em inglês.

Não aconselhável a menores de 18 anos, mas interdito a menores de 13 anos (Grupo C).

Contamos com a presença de todos nesta viagem cinematográfica por Macau.

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Ficção Científica - 2021.05.05
05-05-2021
A Fundação Rui Cunha e a Associação Amigos do Livro em Macau realizarão no próximo dia 5 de Maio, pelas 18:30, na sede da Fundação, mais uma sessão das conversas sobre o livro, desta feita dedicada à literatura de ficção científica.

Ficção Científica o que é?
Um género literário relevante no panorama da literatura contemporânea que lida de mãos dadas com a ciência, tanto real quanto imaginada, refletindo sobre o impacto da ciência e da tecnologia na vida humana?

Ou apenas uma literatura menor de histórias especulativas?
A Fundação Rui Cunha e a Associação dos Amigos do Livro em Macau associam-se nesta iniciativa cultural de apresentar uma área da literatura pouco abordada no panorama literário de Macau.

Como palestrantes contaremos com a participação dos Doutores André Antunes, cientista em Geomicrobiologia e Astrobiologia, Marta Filipa Simões, cientista em Astrobiologia e Engenharia Química e Biológica, e Pedro D’Alte, professor e ensaísta de literatura.

A moderação ficará a cargo de Rui Rocha, Presidente da Associação dos Amigos do Livro em Macau.
A sessão será realizada em português.
Contamos com a presença de todos!

Entrada Livre!
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Leitura encenada do Livro "Os Espíritos" - 2021.04.29
29-04-2021
A Fundação Rui Cunha e a Associação Amigos do Livro em Macau realizarão no próximo dia 29 de Abril, pelas 18:30, na sede da Fundação, uma leitura encenada do Livro Espíritos”.
Espíritos é um romance de Shee Va com a chancela de Livros do Oriente centrando-se sobre as gentes de Macau que deambulam pelas ruas da cidade, habitando as suas casas, vivas ou mortas.
A história gira à volta de um casal, Júlio e Mei Ling os quais, após a perda do filho de seis anos de idade, vivem com uma culpa permanente, pois a criança sofria de uma doença hereditária grave.
Ao tentarem ter outro filho decidem recorrer aos avanços da Medicina e ao espírito de uma velha desconhecida que visitou a criança no dia do seu falecimento.
No 9o Aniversário da Fundação Rui Cunha, numa sessão especial da rúbrica “Conversas sobre o livro” iremos ler, em conjunto e de uma forma especial, este livro, o qual divulga, em jeito de romance, as tradições chinesas e o seu olhar sobre o oculto que o ocidente não conhece.
Com a narração de Filipa Guadalupe, Shee Va, Chau Wai Fong, Cheang Sin Hou, Fatima Gomes e Liliana Pires darão vida a algumas das personagens do livro.
Contamos com a presença de todos, dia 29 de Abril, pelas 18:30h.
A sessão será realizada em língua portuguesa com alguns dos diálogos em cantonês.
Entrada Livre!
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Financial Hub - MB TV Debates - 2021.04.27
27-04-2021
A Fundação Rui Cunha e a MBtv Debates realizarão, no próximo dia 27 de Abril, pelas 18h30 horas, uma conferência intitulada Financial Hub: Wishful thinking or the definite driver of diversification? Inserida no ciclo Business Series da MBtv.
Diversificar a economia de Macau, é desde há muito, um dos maiores desideratos do poder político do território. Tornar Macau conhecido como um centro financeiro dentro da Grande Baía, será apenas um desejo ou o tão almejado motor para a diversificação?
Num tempo de enormes desafios económicos, a indústria financeira de Macau pondera, cada vez mais, novos caminhos com vista à sua expansão e diversificação.
Mercado de capitais, mercado de obrigações, moeda digital, tecnologia financeira (Fintech), Gestão de património de forma eficiente e Hengqin são as palavras-chave para o dealbar desta nova indústria na RAEM.
No auditório da Fundação Rui Cunha, teremos os oradores: Sam Tou, Director Executivo, Banco Nacional Ultramarino, António Félix Pontes, Representante para Macau da Greater Bay Area Impact Forum Foundation e Jacky Y. C. SO, Professor, Director da Faculdade de Gestão e Vice-reitor da Universidade de Ciência e Tecnologia, numa sessão moderada por José Carlos Matias e Nelson Moura.
Financial Hub: Wishful thinking or the definite driver of diversification? É o que a MBtv se propõe debater, terça-feira, 27 de Abril, pelas 18h30 horas, no auditório da Fundação Rui Cunha, numa parceria entre a Fundação Rui Cunha e a Macau-Associação Internacional de Conferências e Convenções.
Esta conferência será transmitida em directo na página da FRC no Facebook, e na página da MBtv no Facebook.
A sessão será realizada em língua inglesa.
Caso não consiga assistir ao vivo e pretenda participar na parte de perguntas e respostas, por favor registe-se no zoom webinar, através do link https://zoom.us/webinar/register/WN_N93oeB0UQkmJumR4ggRu3Q

A Entrada é livre
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Link para inscrição na plataforma zoom:
https://zoom.us/webinar/register/WN_N93oeB0UQkmJumR4ggRu3Q


Macau na obra de Miguel Real e João Morgado - 2021.04.26
26-04-2021
A Fundação Rui Cunha e a Associação dos Amigos do Livro de Macau realizarão no próximo dia 26 de Abril, pelas 18h30, na sede da Fundação Rui Cunha, uma conferência intitulada “Macau na obra de Miguel Real e João Morgado”.
Inserida no programa comemorativo dos nove anos da Fundação Rui Cunha, “Macau na obra de Miguel Real e João Morgado” integra um ciclo de eventos especiais dedicados a Macau, onde procuramos mostrar a multiplicidade de olhares sobre esta cidade e a forma como os mesmos se refletem, no caso concreto, na literatura, dando origem a diversas obras.
Em Contos de Macau, João Morgado, compila um vasto conjunto de contos (criados a partir do material recolhido aquando da sua estada em Macau, em 2017), os quais poderíamos designar por lirismo em estado puro, animado de uma prosa poética, que diferencia este livro dos seus romances históricos.
Lirismo em estado puro porque aqui detetamos, sob e sobre um realismo social, que identifica e singulariza Macau (geografia, tradição, história do século XX, grupos sociais diferenciados, sobretudos os portugueses e os chineses), uma prosa poética que valoriza mais os sentimentos que a racionalidade, mais o voo da imaginação que a descrição fotográfica da realidade, mais a heterodoxia e a rebeldia do que a hierarquia social e, sem desprezar o elemento masculino, valoriza sobretudo os desejos e os anseios do elemento feminino.
Em A Cidade do Fim, uma obra fruto de uma rigorosa investigação histórica que celebra os 500 anos de relações entre Portugal e a China, Miguel Real decide relatar num romance de amor a história de Macau a par de uma biografia ficcionada de Fátimo Martins, Professor de Português radicado em Macau em 1941- e nenhuma das duas está isenta de improbabilidade, escândalo, surpresa e mesmo violência. A Cidade do Fim é, pois, a homenagem de Fátimo (o protagonista) à sua língua natal, à pátria que o adoptou e, claro, à pequena flor de lótus que fez desabrochar.
Estas e outras histórias constituirão o mote para uma sessão protagonizada pelos dois autores, onde o publico presente também participará através das suas questões e/ou comentários.
Esta sessão será apresentada por Ana Paula Dias e será integralmente realizada em língua portuguesa.
A entrada é livre.
Contamos com a presença de todos.
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Aula Magna sobre Educação e Património – 2021.04.21
21-04-2021
Reinventar a escola, a educação e a aprendizagem é uma das principais urgências da contemporaneidade. Pensar a escola, a sua direção, o seu passado e futuro, a infância, a juventude, o sonho, o professor, o encarregado de educação, a cantina, o aluno, o tempo, a mochila, o uniforme, o sapato, a máscara, os testes, e, simultaneamente, as transformações do mundo, da liberdade, do movimento, do trabalho e, com todos estes aspectos em mente, imaginar outra escola é um exercício crítico, ético, criativo e talvez utópico. Transformá-la no contexto de uma comunidade educativa específica é um exercício político. Este programa convida no seu conjunto a uma reflexão sobre a criança, o homem e o planeta, a partir de obras de arte contemporâneas. Pensar a escola é também pensar a criança, mas é sobretudo cuidar dela.
Esta conferência, em particular, é um espaço de reflexão sobre a importância da arte na educação, em todas as suas vertentes

Link para inscrição na plataforma zoom:
https://zoom.us/webinar/register/WN_oUd0byqzQ2KQe-6qXGnqvg

Guilherme d’Oliveira Martins
“Não é apenas o passado que importa, mas sim uma responsabilidade presente que renova e actualiza a fidelidade à herança recebida”


Aula Magna sobre Arte e Educação – 2021.04.19
19-04-2021
Reinventar a escola, a educação e a aprendizagem é uma das principais urgências da contemporaneidade. Pensar a escola, a sua direção, o seu passado e futuro, a infância, a juventude, o sonho, o professor, o encarregado de educação, a cantina, o aluno, o tempo, a mochila, o uniforme, o sapato, a máscara, os testes, e, simultaneamente, as transformações do mundo, da liberdade, do movimento, do trabalho e, com todos estes aspectos em mente, imaginar outra escola é um exercício crítico, ético, criativo e talvez utópico. Transformá-la no contexto de uma comunidade educativa específica é um exercício político. Este programa convida no seu conjunto a uma reflexão sobre a criança, o homem e o planeta, a partir de obras de arte contemporâneas. Pensar a escola é também pensar a criança, mas é sobretudo cuidar dela.
Esta conferência, em particular, é um espaço de reflexão sobre a importância da arte na educação, em todas as suas vertentes.

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Laborinho Lucio
“Não posso mais dizer que tenho uma Escola igual para todos porque não tenho todos iguais para a Escola. (…) E como tenho uma Escola igual para todos e aplico essa Escola a todos, a desigualdade que está na base vai acentuar-se ainda mais. O que tenho de ter é uma Escola que se habitue a trabalhar a diversidade”.
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