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The Role of Macau in Chinese Multilateralism
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28-05-2026
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Rui Cunha Foundation
The Role Of Macau In Chinese Multilateralism
28.05.26 - 6:30 Pm
Catia Miriam Costa
Researcher And Professor And Oversees The Global Politics And Security Group Of Studies As Coordinator, Iscte-IUL, Lisbon, Portugal It.
Directs The Chair Of Interregionalism And Global Governance at The European Institute Of International Studies, Stockholm, Sweden
Former Advisor To The Secretary Of State For Internationalisation at the Ministry of Foreign Affairs
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Data Protection Series
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27-05-2026
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Date: 27 May 2026
Time: 18:30-20:00
Place: Rui Cunha Foundation (Avenida da Praia Grande, 749, Macao Peninsula, MO)
Topic: From Data to Action: Building AI-Driven Business Models in the GBA, China
Description
Data is the new raw material of business, but data alone is not enough. Managers need to turn it into value. Companies are using AI to build data-driven business models along a clear path: from raw data to insights to action.
This talk highlights three patterns. First is Data-as-a-Service (DaaS), where companies access or share unprocessed data. Second is Information-as-a-Service (InfoaaS), which provides analyzed reports and dashboards. Third is Agent-as-a-Service (AaaS), which relies on AI agents that decide, automate, and execute.
The discussion explores three core issues relevant for future managers. First, how GBA firms use data and AI to innovate their business models and create value. Second, how data providers, facilitators, and users interact with one another. Third, what ethical, regulatory, and compliance challenges firms face during data processing, with special attention to the GBA and Macao context.
Speakers:
Ted Choi, Macao Computer Society Director & Vice Chairman of Public Affairs | ex- Microsoft | ex-Salesforce | ex-SAP | ex-IBM | Investor | Board Advisor
Terence Lee, President of Sustaincia, Macau
Daniel Filipe Farinha, Assistant Professor/ Faculty of Arts and Humanities-USJ
Moderator:
Prof. Alessandro Lampo, Head of the Department of Business Studies, FBL/USJ
Organizers: Department of Law and Public Policy of FBL-USJ and Rui Cunha Foundation
Place: Rui Cunha Foundation (Avenida da Praia Grande, 749, Macao Peninsula, MO)
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Cancelado - Global Powers in South China Sea
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21-05-2026
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Fundação Rui Cunha 官樂怡基金會 & USJ Faculty of Arts and Humanities
May 21, 2026 - 6:30 pm
Conference: "Global Powers in South China Sea "
Manuel Perez-Garcia
This conference will be held in english
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Regras Antigas de Responsabilidade Civil Sob Nova Análise
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07-05-2026
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A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quinta-feira, dia 7 de Maio às 18:30, uma conferência intitulada “Regras Antigas de Responsabilidade Civil Sob Nova Análise”, no âmbito do ciclo Reflexões ao Cair da Tarde, com a participação da oradora convidada, Isabel Mousinho de Figueiredo, Professora Auxiliar no Departamento de Estudos de Direito de Macau da Faculdade de Direito da Universidade de Macau. O moderador será Ricardo Vera-Cruz, Advogado Associado do Escritório de Advocacia de Leonel Alberto Alves.
O tema da conferência explora o desajuste das regras de responsabilidade civil na Alemanha e Inglaterra do séc. XIX e a era moderna da economia digital. A observação de conceitos como “ilegalidade e responsabilidade civil” justificou «recorrer ao direito comparado para esclarecer futuras decisões judiciais».
Isabel Mousinho de Figueiredo reconhece que «as recentes decisões dos jurados nos EUA que condenaram a Meta e a Google representam um progresso bem-vindo, há muito esperado». Isto levanta uma questão mais profunda: que danos devem ser indemnizáveis? O legislador alemão em 1896 restringiu o poder judicial ao exigir a prova de acto voluntário, ilegalidade, culpa, nexo de causalidade e dano para a responsabilidade civil extracontratual. Com isto, apenas os danos físicos devem ser indemnizáveis, a menos que seja claramente declarado o contrário. Mas esta fórmula não ajuda a resolver casos difíceis».
Os conceitos de ‘acto’, ‘ilegalidade’, ‘culpa’, ‘nexo causal’ e ‘dano’ só «auxiliam os decisores com os exemplos clássicos, para os quais foram originalmente desenvolvidos», defende. Ou seja, «a metodologia alemã acaba por ter como resultado o Direito jurisprudencial. A diferença entre o Direito consuetudinário é, portanto, que a regra alemã abrange menos casos. Podemos melhorar ambas as abordagens, fundindo-as e preparando-as para o futuro além do presente digital», é a sua proposta para discussão.
Isabel Mousinho de Figueiredo é professora adjunta na Universidade de Macau, onde lecciona Direito Civil e Comparado. Obteve o seu bacharelato, mestrado e doutoramento pela Universidade de Lisboa, Portugal, e é especializada em Direito Privado. Leccionou Direito Contratual, Direito Processual, Jurisprudência e Direito de Propriedade na Universidade de Lisboa. Foi linguista jurídica no Tribunal de Justiça da União Europeia.
É membro da Ordem dos Advogados de Portugal há mais de 20 anos e é autora de um livro sobre Direito de Responsabilidade Civil, além de outras publicações jurídicas em inglês, alemão, italiano, espanhol e português.
O evento será realizado em Inglês.
A entrada é livre.
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The Journey of a Data Protection Officer
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20-03-2026
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A Fundação Rui Cunha apresenta na sexta-feira, dia 20 de Março às 18:30 horas, uma sessão intitulada “Law & Tech Talks: The Journey of a Data Protection Officer”, inserida no ciclo sobre Protecção de Dados e Governança, ao abrigo da parceria regular entre a FRC e a USJ, nomeadamente com o Departamento de Direito e Políticas Públicas da Faculdade de Gestão e Direito da Universidade de São José, em Macau.
«O Oficial de Protecção de Dados (Data Protection Officer – DPO, em inglês) surgiu como uma figura fundamental na organização moderna. Esta palestra explora a trajectória dinâmica do DPO, com foco no seu papel e responsabilidades, os desafios que enfrenta e soluções para melhorar o sistema de conformidade com a protecção de dados, no contexto da crescente utilização da inteligência artificial», refere a nota dos organizadores.
As oradoras convidadas para este debate são Chandy Ye, Presidente da IAPP KnowledgeNet Hong Kong Chapter, e advogada com dupla qualificação na RPC e na RAEHK; Daniela Guerreiro, Advogada Associada da MdME, e CIPP/CN: Certified Information Privacy Professional para a China, com dupla qualificação em Portugal e na RAEM; e Filipa Almeida Santos, Advogada e DPO Regional da JNV – Advogados e Notários, e ainda CIPP/E e CIPP/A: Certified Information Privacy Professional para a Europa e a Ásia.
A moderadora será Graça Saraiva, Professora Auxiliar de Estudos Jurídicos Globais na Faculdade de Direito da Universidade de Macau, Advogada e Fundadora da MGS Consultancy Ltd. (HK), empresa especializada em IA, Protecção de Dados e Cibersegurança, sendo também CIPP/E: Certified Information Privacy Professional para a Europa, tendo no passado leccionado Ética Empresarial como Professora Visitante na Universidade de São José.
Coordenada por Ansoumane Douty Diakité, Professor Associado e Chefe do Departamento de Direito e Políticas Públicas da Faculdade de Gestão e Direito da USJ, esta série de palestras, organizada pela Universidade de São José e pela Fundação Rui-Cunha, vai reunir académicos, profissionais e decisores políticos de destaque para apresentarem as suas perspectivas sobre situações emergentes relacionadas com a privacidade, protecção de dados e governança em diferentes jurisdições.
A palestra será realizada em língua inglesa.
A entrada é livre.
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Itinerarium Egeriae e afrescos de Catacumbas
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18-03-2026
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A Fundação Rui Cunha apresenta na quarta-feira, dia 18 de Março às 18:30 horas, uma sessão do ciclo de Palestras Doutorais na Cidade, intitulada “Itinerarium Egeriae e afrescos de Catacumbas: História e Iconografia na Escrita Feminina e nas Imagens Funerárias”, aproveitando a presença no território da especialista Doutora Sílvia Siqueira, Professora Associada da Universidade Estadual do Ceará (UECE), Brasil, a convite da Universidade de São José em Macau.
A série de Palestras Doutorais na Cidade é coordenada pelo Professor Adérito Fernandes-Marcos, Director da Escola Doutoral da Universidade de São José, que assumirá a função de moderador da conversa, onde a oradora introduzirá o itinerário de Egéria e fará uma «análise comparativa entre o texto escrito, especialmente as passagens bíblicas e algumas imagens presentes em catacumbas e monumentos fúnebres de mulheres, elaboradas entre o III século e o IV d.C.», de acordo com a proposta.
Sílvia Siqueira considera que as figuras femininas, na arte cristã primitiva, desempenharam papéis significativos na transmissão da fé. «Egéria, devota e peregrina cristã, deixou o registro da sua viagem de peregrinação à Terra Santa. Trata-se de documento raro e precioso, por ser um dos poucos registros escritos na antiguidade por uma mulher. Ela descreve não apenas a viagem, mas também narra com pormenores a experiência da peregrinação e descreve a prática litúrgica cristã em Jerusalém», segundo a docente, que é também Coordenadora do Grupo de Pesquisa “Narrativas, Experiências e Espaços no mundo antigo e medieval”, e do Laboratório de Estudos Interculturais sobre Oriente e Ocidente (LEIO) em São Paulo.
«O texto exala a paisagem e o imaginário de uma viagem para a Terra Santa, e descreve a experiência estimulante de cruzar aquelas terras sagradas. Para ela, muito mais do que uma imersão na sua espiritualidade, é também uma clara “alteridade espacial”, o encontro estimulante com “outros” indivíduos e sociedades». Aparentemente muito simples, seja no aspecto narrativo, seja no aspecto simbólico, tanto este documento como as mensagens presentes nas imagens funerárias têm um potencial pedagógico, capaz de elucidar, ensinar, transportar crenças e revelar traços da mentalidade colectiva através do tempo.
Por exemplo, «Egéria discorre muito pouco sobre si mesma, mas informa suas interlocutoras sobre os locais visitados, a paisagem exuberante e a vivência espiritual. Ainda que seja um documento escrito por uma fervorosa peregrina, não há muitas informações sobre a vida prática das devotas cristãs. Aqui faz-se uma análise comparativa entre o relato da experiência de Egéria com imagens de mulheres encontradas em paredes de catacumbas cristãs, inúmeras pinturas e mosaicos que testemunham a cultura figurativa do tempo que a produziu».
Sílvia Siqueira é licenciada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1994), no Brasil, e possui mestrado (1999) e doutoramento (2004) em História pela mesma instituição académica. Em 2013, efectuou estágio de pós-doutoramento na Università degli Studi Roma Tre, em Itália. A especialista dedica-se ao estudo do Cristianismo na Antiguidade Tardia, com foco na acção das mulheres no âmbito religioso, social e cultural. Os seus trabalhos dão visibilidade e afirmam a presença e a singularidade das mulheres, e o seu protagonismo na construção da memória colectiva histórica. Actualmente, dedica-se ao estudo sobre o Oriente Cristão, com destaque para África e as suas conexões culturais e religiosas.
A palestra será realizada em língua português.
A entrada é livre.
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Ser Macaense no Século XXI
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11-02-2026
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A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quarta-feira, dia 11 de Fevereiro às 18:30, mais uma sessão do ciclo de conferências subordinadas ao tema Ser Macaense no Século XXI – Cultura, Tradição, Identidade, Desafios, com a terceira mesa-redonda intitulada “Gastronomia Macaense e os Desafios da sua Divulgação”.
A sessão será conduzida por José Luís de Sales Marques, Presidente do Conselho das Comunidades Macaenses, reunindo como oradoras convidadas as chefes Antonieta Manhão (Neta), professora de culinária macaense na Universidade de Turismo de Macau; Florita Alves, do Restaurante La Famiglia; Marina Senna Fernandes, do Restaurante Macaísta; e Sónia Palmer, proprietária da Cozinha Aida, quatro distintas representantes locais das artes de confecção da culinária tradicional.
«A Gastronomia Macaense é reconhecida pela sua originalidade, transportando os seus sabores e aromas aos quatro cantos do Mundo, por onde viajaram os Portugueses! É uma colheita do mundo global e, por isso, merecidamente considerada a primeira cozinha de fusão do Mundo. É, por esta razão, também um marco singular da identidade Macaense, e património intangível de Macau e da República Popular da China, prestando um significativo contributo para a classificação de Macau, pela Unesco em 2017, como Cidade Criativa da Gastronomia. Todavia, vai ainda uma grande distância entre o reconhecimento e a sua divulgação, tornando-a acessível ao grande público», refere a organização do evento.
A sessão pretende abordar «o modo de vida dos macaenses, a comunidade ou as comunidades, em Macau e na diáspora, e os seus desafios diários para manter o ser e o sentir da realidade macaense», historicamente entre duas culturas: portuguesa e chinesa.
O propósito da conferência, e das próximas neste ciclo, é uma «discussão construtiva a olhar para o presente e o futuro, sem esquecer a tradição e os diferenciados marcos identitários, em especial a Gastronomia e o Teatro em Patuá, ambos Património Imaterial da RAEM e da RPC», segundo os organizadores.
A mesa-redonda vai ser realizada em língua portuguesa.
A entrada é livre.
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O Impacto da IA na Sociedade
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03-02-2026
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A Fundação Rui Cunha apresenta na terça-feira, dia 3 de Fevereiro às 18:30, uma sessão do ciclo Roda de Ideias, intitulada “O Impacto da Inteligência Artificial na Sociedade: Uma Perspectiva Psicológica”, com a participação especial do orador convidado, Prof. Doutor Christian Montag, Distinto Catedrático do Centro de Ciências Cognitivas e Cerebrais (CCBS) da Universidade de Macau.
Desde o lançamento do ChatGPT, o mundo questiona-se sobre como a Inteligência Artificial irá moldar as sociedades. «Estas discussões carecem frequentemente de critérios de avaliação quantificáveis, não indo além de opiniões entre os pessimistas e os optimistas da IA. A realidade é muito mais complexa. Neste contexto, o sistema de referência IMPACT será apresentado como um guia para avaliar com maior precisão o impacto da Inteligência Artificial nas sociedades. A sigla IMPACT refere-se à Interacção entre a Modalidade, a Pessoa, a Área, o País/Cultura e a Transparência — todas variáveis que devem ser consideradas para compreender como a IA, uma tecnologia de uso geral comparável à electricidade, pode ser medida e calculada», sugere o especialista.
O Prof. Christian Montag juntou à Universidade de Macau em Abril de 2025 como Director Associado do Instituto de Inovação Colaborativa (ICI) da UM. O seu trabalho centra-se na intersecção entre a psicologia, a neurociência e as tecnologias digitais, incluindo o impacto da Inteligência Artificial no comportamento e a fenotipagem digital, áreas onde fez progressos significativos. É formado Psicologia pela Universidade de Giessen, na Alemanha (2006), e fez o Doutoramento também em Psicologia pela Universidade de Bona, Alemanha (2009), onde veio a fazer a sua Dissertação de Habilitação “vénia legendi” (permissão para leccionar) em 2011.
No ano passado, o Prof. Christian Montag foi nomeado para a prestigiada lista dos 2% melhores cientistas do mundo em 2025. Este ranking, compilado pela Universidade de Stanford (Califórnia, EUA), avalia os cientistas com base em indicadores padronizados e amplamente reconhecidos. Publicou mais de 400 publicações revistas por pares, o seu trabalho aborda questões urgentes, como as perturbações do uso da internet e a influência da IA na saúde mental.
A sessão será realizada em Inglês.
A entrada é livre.
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Debates de Direito e Tecnologia
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14-01-2026
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A Fundação Rui Cunha apresenta hoje, quarta-feira, dia 14 de Janeiro às 18:30, mais uma sessão dos Debates de Direito e Tecnologia, intitulada “Harmonização das Normas de Protecção de Dados: Tendências e Desafios”, inserida no novo ciclo sobre Protecção de Dados e Governança, ao abrigo da parceria recente entre a FRC e o Departamento de Direito e Políticas Públicas da Faculdade de Gestão e Direito da Universidade de São José, em Macau.
«Num mundo globalizado, caracterizado por fluxos constantes de dados que cruzam fronteiras, a harmonização das normas de protecção de dados representa um caminho promissor na redução dos custos com as transacções e na facilitação da conformidade. Esta sessão reúne um conjunto de oradores que vão examinar as experiências mais comuns e os principais desafios, na uniformização dos padrões que possam salvaguardar a protecção dos dados de cada um», refere o comunicado da USJ.
Coordenado por Ansoumane Douty Diakité, Professor Associado e Chefe do Departamento de Direito e Políticas Públicas da Faculdade de Gestão e Direito (USJ), este ciclo de palestras tem por objectivo reunir académicos, profissionais e decisores políticos de destaque para apresentarem as suas perspectivas sobre situações emergentes, relacionadas com a privacidade, protecção de dados e governança em diferentes jurisdições.
Os oradores convidados para este debate são o próprio Prof. Ansoumane Diakité, pela Universidade de São José; o Dr. José Lupi, Advogado e Managing Partner da Lupi & Associados de Macau; e o Dr. Igor Gonçalves, Advogado e Sócio da APSV Advogados no Brasil. O moderador será o Prof. Ângelo Patrício Rafael, Assistente na Faculdade de Gestão e Direito da Universidade de São José – Macau (USJ).
O debate será realizado em língua inglesa.
A entrada é livre.
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Colonial Citizenship: The Macau Route
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08-01-2026
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A Fundação Rui Cunha acolhe na quinta-feira, dia 8 de Janeiro pelas 18:30, a apresentação do tema “Colonial Citizenship: The Macau Route”, com base no livro “Colonial Citizenship” de MC Loureiro, Professor Adjunto de Direito na Universidade de Leicester, no Reino Unido, o qual será publicado em 2026 pela editora Bristol University Press.
A sessão vai ser conduzida por Ângelo Patrício Rafael, Professor Assistente na Faculdade de Gestão e Direito da Universidade de São José – Macau (USJ), na qualidade de moderador da apresentação de MC Loureiro, que tem vindo a desenvolver trabalho académico relacionado com Direito colonial, cidadania e teoria jurídica. Esta sua investigação centrou-se no império português e nas formas como o direito da nacionalidade e da cidadania portuguesas foram moldados durante e após o domínio colonial.
“Colonial Citizenship” é a «primeira obra jurídica a abordar de forma abrangente a pertença colonial, a assimilação e o acesso aos direitos no império português da Ásia e da África. Tendo por base a análise da forma como a cidadania surgiu e se desenvolveu no contexto português, abrangendo um período entre o século XV e o presente pós-colonial, a monografia defende que a cidadania tem uma ligação fundamental com a colonialidade portuguesa, que continua a moldar a realidade jurídica portuguesa e o acesso à nacionalidade e à cidadania».
De entreposto comercial estrangeiro à última colónia portuguesa, «Macau ocupa nesta análise um espaço privilegiado. As suas particularidades demográficas, políticas, geográficas e jurídicas fazem de Macau uma peça estratégica na análise das condições jurídicas imperiais portuguesas». Ao apresentar «uma abordagem crítica da cidadania, uma visão matizada do império português e novas descobertas de arquivo, a encruzilhada entre a cidadania colonial e Macau convida a reflectir sobre raça, pertença e direitos numa perspectiva contextualizada, pós-colonial e actual. Fundamentalmente, impõe-se a questão: quem é elegível, na concessão de direitos e cidadaniadurante e após o império?».
MC Loureiro reúne na sua obra “Colonial Citizenship” pesquisas de arquivo, jurisprudência e análise contextualpara delinear a forma como os direitos foram distribuídos e negados por todo o império português. Antes de ingressar na Universidade de Leicester, o académico foi investigador na Escola de Estudos Orientais e Africanos(SOAS) da Universidade de Londres e na Universidade de Birmingham, além de investigador visitante no Robert Schuman Centre for Advanced Studies do Instituto Universitário Europeu, na Universidade de Lisboa e na Universidade Nova de Lisboa.
A sessão vai ser realizada em língua inglesa.
A entrada é livre.
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